Mês de Agosto

Reflexões Diárias 

Agosto

Qual é a causa do jogo compulsivo? Fomos jogar por causa de algum defeito, de algum fracasso ou situação de vida? O livro Um Novo Começo dos JA diz: “Não sabemos…e não podemos dar-nos ao luxo de nos preocuparmos com isso. Aqueles que vêm ter connosco precisam de ajuda imediata (…). Os benefícios da introspeção e da especulação são insignificantes...

22 AGOSTO - Reflexão do Dia
Era frequente, no passado, rezarmos a pedir coisas, uma herança caída do céu, ou um golpe de sorte. Nos Jogadores Anónimos aprendi que a verdadeira oração começa — não acaba — quando peço ao Poder Superior para me mudar. De facto, isso é exatamente aquilo que sugere o Sétimo Passo: humildemente pedimos ao...

21 AGOSTO - Reflexão do Dia
Depois de fazer um inventário, determinando e admitindo a exata natureza das nossas falhas, ficamos "inteiramente dispostos", como sugere o Sexto Passo, "a eliminar esses defeitos de caráter". Com certeza, é fácil sentir-se assim e até estar "inteiramente disposto ou disposta" numa manhã a seguir a uma noite de jogo...

Todos os Doze Passos nos pedem para irmos em sentido contrário ao dos nossos desejos e inclinações naturais; todos eles furam, espremem e finalmente desincham os nossos egos. No que toca a desinchar o ego, poucos Passos são mais difíceis de dar do que o Quinto, que sugere que “admitamos para nós mesmos e para outro ser humano a natureza...

17 AGOSTO - Reflexão do Dia O Quarto Passo sugere que façamos um minucioso e destemido inventário moral e financeiro — não um inventário imoral de nós mesmos. Os Passos são a base para a recuperação, não são um chicote para a autoflagelação. Fazer um inventário não significa concentrar-me nos meus pontos negativos até que já não se consigam...

16 AGOSTO - Reflexão do Dia Um inventário não tem de ser sempre escrito com caneta vermelha. É raro haver um dia em que não tenhamos feito alguma coisa boa. Conforme vou revelando e enfrentando os meus fracassos, também muitas das minhas qualidades me serão reveladas, lembrando-me que são tão reais como os meus erros. Mesmo quando nos esforçamos...

É costume dizer-se que um livro não se conhece pela capa. Para muitos de nós, a "capa" ou os relatos superficiais não eram assim tão maus; ao princípio, parecia que um inventário era coisa que se fazia "com uma perna às costas". Quando fomos avançando, ficámos desapontados ao perceber que as nossas "capas" eram relativamente limpas de culpa apenas...

O Quarto Passo permite que eu me veja como realmente sou: as minhas características, as minhas motivações, atitudes e comportamentos. Nos Jogadores Anónimos aprendi com determinação os meus erros. Por exemplo: quando é que fui egoísta, desonesto, interesseiro ou medroso? Também aprendi que o hábito muito enraizado de me autojustificar pode levar-me...

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